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Clássico Noite na Taverna

A compilação NOITE NA TAVERNA faz uma abordagem e releitura para a obra clássica de Álvares de Azevedo. Nela a presença de nomes consagrados e novos talentos do universo experimental brasileiro. Um elo entre o presente e o passado, uma obra única carregada de expressionismo sonoro. Emuldurando esta proposta a belissima arte criada por Edgar Franco, que também assina uma das faixas com seu projeto sonoro Posthuman Tantra. Matéria de destaque no BioElectric Informe, Vol. 6, Edição 02.12.

noitenataverna

Confira aqui os participantes deste tributo:

33DOLLARS | “O Último Crepúsculo”
Banda/Projeto: 33Dollars é um projeto de San, vindo de Ipatinga/MG, Brasil. Sua música traz à mente imagens de lugares vazios, paisagens sem vida, apenas resíduos da existência humana. A trilha sonora para o abandono. Influenciado por nomes como Current 93, Sopor Aeternus, Gultskra Artikler, Svarte Greiner, H. P. Lovecraft, David Lynch, Charles Bukowski e Antonio Vivaldi, além de referências à cosmologia, numerologia e microbiologia, 33Dollars faz uma música difícil de se classificar, uma alucinação que mistura música folk a ruídos e atmosferas geradas por sintetizadores.
Faixa: O Último Crepúsculo é uma faixa de melodia repetitiva e hipnotizante, guiada pela percussão tribal. Inspirada no conto de Johann, o calor do vinho, o clima festivo e melancólico da taverna, as vozes sufocantes ao redor e a terrível descoberta do final da história.
Contato:
www.myspace.com/swarmmmm
www.lastfm.com.br/music/33Dollars
www.33dollars.uni.cc

POSTHUMAN TANTRA | “Meu Súcubo Lilás”
Banda/Projeto: POSTHUMAN TANTRA é um obscuro delírio sci-fi ambient criado em 2004. A trilha sonora da “Aurora Pós-Humana” – mundo baseado na fusão entre DNA & Silício, com novas criaturas que mixam humano, animal, vegetal e máquinas. A música é influenciada pelas idéias de pensadores como R. A. W. , T. MacKenna, B. Fuller, Blavatsky, Sheldrake, P. K. Dick, Grof e também pelas criações de artistas pós-humanos como Mark Pauline e Stelarc, além de alguns aspectos de movimentos como Transhumanism & Immortalism. Edgar Franco – o homem por trás do projeto – é doutor em artes pela USP. A banda já participou de dezenas de coletâneas em 4 continentes e lançou seu debut CD “Neocortex Plug-in” em 2007 pela gravadora Suíça LEGATUS.
Faixa: A letra dessa faixa foi escrita antes da música, trata-se de um poema quase automático que me surgiu inspirado na leitura do “Capítulo VII – Último Beijo de Amor” e em um fato que vivi. É para mim um trabalho que funde certa sutiliza e visceralidade nas vozes – interpretadas – com a atmosfera carregada da música. Um retrato de meu espírito num momento muito particular.
Letra: Meu Súcubo Lilás “A porta abriu-se. Entrou uma mulher vestida de negro. Era pálida, e a luz de uma lanterna, que trazia erguida na mão, se derramava macilenta nas faces dela e dava-lhe um brilho singular aos olhos. ” (Álvares de Azevedo) Novamente o peso e a dura nostalgia do desejar. Meu dia contrastando com a noite dela. Eu me vi envolvido, criando minha própria teia, Reconstruindo as velhas catedrais venenosas… Exorcizo-te meu doce súcubo lilás Execro-te musa de vento. Expurgo-te quimera ignóbil. Sufocado por minha respiração ofegante, Projetei minha vampira, tão perfeita quando idealizada. Só por, no íntimo, cultuar a obsessão de ser amado novamente – como um bezerro de ouro. Fui um titeiro pueril, dominado por minha bonequinha confusa, Construindo pra ela uma história maior que seu enredo clichê. Exorcizo-te meu doce súcubo lilás Execro-te musa de vento. Expurgo-te quimera ignóbil. Distante da transcendência, nas masmorras pútridas da carne, Onde minhas convicções tornaram-se plúmbeas nuvens no caos de minha Interna tempestade. Exorciso-te primeira mulher de Adão, Súcubo vazio criado pela tristeza alentadora dos meus primeiros cabelos brancos. Ferida obscura na minha pós-humanidade. Aborto dessa insistente sensação dolorosa e pérfida de insana admiração Pelo fulgor lívido de seus vinte anos, pelo que você viverá. Exorcizo-te súcubo lilás quase insignificante. Só mais uma fulgurante e limitada mariposa que cruza meu caminho Por um ínfimo momento e desaparece no limbo da vida. Exorcizo-te quimera de vento. Ferida obscura na minha pós-humanidade.
Contato:
http://www.posthumantantra.legatusrecords.net
http://www.myspace.com/posthumantantras
oidicius@hotmail.com

PAPYRI | “O Vulto da Virgem que Dorme Sob o Véu”
Banda/Projeto: Papyri surgiu no ano de MMVII como um modo de expressão da Mente e do Silêncio interior de seu criador. O que impulsiona as criações de Papyri são os escritos de antigos Conhecedores de uma recôndita Sabedoria, dedicada a Poucos. Naquele mesmo ano, “LVX et NOX” é lançado virtualmente, sendo o seu primeiro registro sonoro. Cada uma de suas músicas tem um estilo peculiar, que varia do ‘Dark Ambient’ à música Experimental, com influências de música Ritual e Neo-Clássica. Integrantes: Andrew O. – Programações, teclados e outros.
Faixa: “O Vulto da Virgem que dorme sob o Véu” (III. V. ‘. ) foi inpirada no segundo capítulo da obra Noite na Taverna: “Solfieri”. O intento desta música foi a transformação das palavras do conto do personagem Solfieri em sons. O conto sobre uma Virgem, o feminino, que de início chora, e no fim cala – pela eternidade. Ao calar-se permanece para sempre perto do leito do admirador de seus lábios, o masculino, – esculpida e defunta. Uma de si perdura sob o véu. Outra, jaz sob a terra.
Contato:
http://www.myspace.com/papyrimusic

NIX’S EYES | “Sombras do Passado… “
Banda/Projeto: Quando Nix, A Noite, erguer-se triunfante abrindo os olhos e seus filhos despertam uma sinfonia caótica inspirada na Eterna Escuridão, Tenebra, é iniciada por Caos Necrophagos Soturnums… Assim nasceu Nix’s Eyes autonomeando sua música caótica de “DARK AMBIENT MUSIC OF TENEBRA”.
Faixa: Me inspirei no aspecto trágico das memórias principalmente as de Solfieri e Bertram. As Sombras são Memórias (de mortes, tragédias, desilusões e etc) que sempre nos acompanham e não deixam delas esquecer. E sua visão deixa um gosto amargo que só será esquecido em um copo de vinho ou com a morte.
Letra: Sombras do passado… Voluptuoso e devaneístico baile Sombras gritam, Sombras choram Sombras vivem, Sombras morrem Sombras do passado… Como um desejo que ultrapassa a morte Uma lembrança eternizada A morte entregada Voluptuoso e devaneístico baile Sombras vagam, Sombras matam Sombras dormem, Sombras sofrem Sombras do passado… Como um encanto que jaz morto Uma vida sem valor A morte com louvor.
Contato:
http://www.nixseyes.cjb.net
http://www.myspace.com/nixseyes
nixseyes@yahoo.com.br

FAFNIR | “Bertram”
Banda/Projeto: Criado em meados de 2006 por Darkstorn (ex-Missa Negra) O Fafnir teve como evidência a união do Black Metal a atmosfera pérfida do Dark Ambient inspirado em influências medievais; Abordando uma temática já conhecida à sonoridade própria e indiscutivelmente individual de sua idéia para o projeto. A boa aceitação da criítica em geral, algo indagado pela versatilidade e principalmente pela originalidade de um novo conceito em música extrema, dando ênfase a ousadia e a inventividade de uma nova e surpreendente sonoridade.
Contato:
http://www.myspace.com/thesighofdawn
http://www.fafnir.we.bs/

DOCTOR DREAMS | “Alerta dos Céus”
Banda/Projeto: Doctor Dreams é um projeto de musica eletronica ambiente que já está na estrada a uns três anos. Apesar de incorporar sempre o dark nas minhas musicas, confeso que foi meio dificil produzir essa faixa, pois exigia peso e ódio, elementos com os quais não costumo trabalhar. Experimentalismo e trip-hop são outras fortes influencias nesse projeto que já tem um album duplo lançado com o nome de Xadrez – Colorido e Xadrez – Preto e Branco, sendo um mais sombrio e o outro mais dançante. Procuro sempre trabalhar um som mais “subconsciente”, com melodias que ficam subentendidas, com ruidos exóticos, como quem procura saber o que se passa dentro de cada cabeça… e esvazia-la…
Faixa: Alerta dos Céus foi baseada no capitulo sexto do livro. É uma musica sombria, confusa e bebada tal qual, imagino, se encontrava Johann no momento. Já inicia a narrativa embriagado, e logo vão surgindo diversos conflitos, armados ou não. Samplers de tiros e coisas quebrando, uma atmosfera densa em contraste com timbres agudos e falas desencontradas deram a alma da musica. Uma flauta contínua soa sem parar, como um próprio alerta dos céus “conversando” com o protagonista. A faixa finaliza-se, como o capitulo, de um modo não convencional, mas com revolta e um desejo de vingança…
Contato:
http://www.myspace.com/doctordreams
http://ganamanita.multiply. com/

DE NATURA ANIMORUM | “No Fim, Resta A Dor”
Banda/Projeto: Como o próprio nome indica, o projeto De Natura Animorum é a realização musical daquilo que pertence à alma, ou seja, a expressão do sentimento interior mais sincero. Apoiado na música Dark Ambient aliada à uma vasta influência sem restrições, o foco recai sobre a reflexão do que restou do ser humano nesse caos urbano, abordando questões variadas sobre a vida e sentimentos como perda, vazio, solidão e sofrimento que permeia cada ser humano no mundo morderno.
Faixa: “No fim, resta a dor” é uma tentativa de sintetizar todo o espírito doloroso e obscuro de amor, dor e morte que permeia a obra ”Noite na Taverna” de Álvares de Azevedo, com destaque para o último momento do livro onde fica claro o cruel desfecho que a paixão leva ao ser humano.
Contato:
http://www.purevolume.com/denaturaanimorum

GABRIEL KALB | “Johann”
Banda/Projeto: Em dezembro de 2006, o estudante de piano, Gabriel Kalb iniciou seu projeto solo num foco ambient que acabou se expandindo sob influências da música etérea, clássica, chinesa, entre outras. O tema central de suas composições são a natureza, a solidão, a melancolia, o tédio e o amor.
Faixa: A suavidade da meia-noite, o tenebroso soar dos sinos e os perdidos passos de um homem em busca de honra que o trazem angústia, prazer efêmero, derramamento de sangue dentro de sua própria família.
Contato:
http://www.myspace.com/gabrielkalb

ABYSSVM AVSTRALIS | “Poeticamente Necrófilo”
Banda/Projeto: A Abyssvm Avstralis (do latim, abismo austral) foi formada em 06/07 em Santa Maria-RS por Chaister Daath (vocal e letras), Cibelle Hollerbach (teclado e flauta transversa), Daniel Lopes (bateria), Renan Guterres (guitarra), Igor Goulart (guitarra) e Marcos Leonardi (baixo), na idéia de fazer algo tétrico, depressivo, maldito e que transmita um pouco de ódio aos que ouvem, ou seja, algo que traduza um pouco da alma humana, sem hipocrisias. As musicas se baseiam (não confundir com limitar) com os estilos doom e death metal, já as letras são escritas em português e latim. Atualmente a banda trabalha em musicas para os seu primeiro CD sem previsão para lançamento.
Faixa: Escolhi o conto necrófilo de Solfieri. A base da musica foi composta pela tecladista e postumamente os outros membros adicionaram a sua alma ao contexto sonoro, já a letra eu tinha criado no momento em que fomos aceitos para participar da compilação, até esse é o motivo por ela não ser cantada, mas sim declamada… Também houve a idéia de sobrepor os vocais, um limpo lembrando a alma pura e inocente do personagem, e o gutural lembrando a perversidade e o lado carnal, animal, perverso… Ou seja, o lado HUMANO do ser.
Letra: POETICAMENTE NECROFILO Diante de um tumulo… Aqueles lábios tão finos, Aquela pele tão lívida… Está tão frio, mas sinto tanto fulgor… Pequeninos olhos fechados… Abençoe-me, meu amor. Doce frio do teu interior… A redenção naquelas pernas rígidas… Porcelana… Tão bela… As velas ainda queimam, As flores juntas a velha cruz… Maldito destino cruel!Algo tão puro, apesar de condenável pelos céus. Aquelas vestes brancas da pureza, já estão quase ao chão… Com a ponta dos dedos acaricio aqueles lábios, Beijo aqueles gélidos seios como se fosse minha primeira mulher… Sim… Foi naquele ventre recém violado que repousei… Exausto e ofegante diante da minha eterna e poética fixação… Como amei aquela donzela… Tristeza, fim e decomposição.
Contato:
http://www.abyssum-australis.com/

OPUS RAH | “Podre Virgem”
Banda/Projeto: OPUS RAH começou em janeiro/2007 na cidade de Ituiutaba, Minas Gerais (Brasil), como uma forma de expressão musical das letras místicas e transcendentais do escritor/cantor Denio Alves. Em maio de 2007, grava seu primeiro CD, ‘Opus Rah’, por um selo independente (Crust Records), baseado em um amálgama de sons pesados e experimentais, com influências de música indiana (raga) e tribal, mas sempre envoltos em uma textura melódica pop. No final de 2007, lançam, para amigos e apreciadores próximos (em tiragem limitadíssima) o EP “Presentinho de Natal” (relançado depois, em fevereiro de 2008, como “Presentinho de Carnaval”), com 4 novas faixas. Preparam um novo trabalho para meados de 2008, com a contribuição do guitarrista Emerson A. Andrade, desenvolvendo o estilo em novas proporções.
Faixa: Inebriado pela hipnótica imagem ambígua de Giorgia – uma dama ora casta, ora prostituta da seminal obra de Álvares de Azevedo ‘Noites na Taverna’ -, o cantor e compositor do Opus Rah, Denio, nos traz uma lisérgica e claustrofóbica viagem ao mundo dos quartos escuros de bordel, em que transpõe, para o mundo do delírio, a cena de sua musa voluptuosa e decadente se aproximando da alcova. Bateria, contrabaixo tonitruante, e camadas e mais camadas de volumosas guitarras distorcidas dão o tom neste pesadelo em forma de metal semi-industrial que busca influências no mundo anárquico das garagens suburbanas que cantam o amor em tempos de crise financeira e cólera… esse amor é o amor do dinheiro, é o amor da grana que se esvai, rarefeita, nos finais de semana desesperadores… Amor pago, amor de prostituta! Neste contexto, o Opus Rah tenta nos oferecer, sonoramente, uma visão mais moderna e contextualizada de Giorgia: uma garota envolta em um mundo de consumismo, psicopatas e traficantes, e que qualquer cara, afinal, pode encontrar andando por aí, numa noite dessas de perdição, em alguma taverna da vida…
Letra: PODRE VIRGEM Giorgia vem É das trevas vil refém E agora todas as dores da vida são vultos Podre virgem… Eu sou o pau Que te conduz ao delicioso mal Uma noite de perdição e absinto sobre o caixão Podre virgem… Tudo bem Se você quer fazer no escuro, então vem Mas não reclame se o sangue de ti espesso escorrer Podre virgem…
Contato:
http://www.myspace.com/opusrah
http://bandasdegaragem.uol.com.br/opusrah

XIRTHÜM | “Vinho, Fumaça e Morte”
Banda/Projeto: Xirthüm começou como uma brincadeira e em um certo dia resolvi fazer uma música, divulguei para algumas pessoas, que gostaram do som, então resolvi levar o projeto para frente, são 7 meses, com o lançamento de um cd-demo intitulado “Pain of a Sad World” que conta com 5 músicas, e o projeto para um álbum à ser lançado em 2008. O projeto conta apenas com minha participação(Lord Valsäg), e mistura elementos da música ambient com doom/black metal, utilizando apenas guitarra, um vídeo da música “Through the Darkness” também está disponível no youtube.
Faixa: A música se chama ‘Vinho, Fumaça e Morte’ e é inspirada no cenário da obra em si, a fumaça do cigarro que domina o ambiente, o vinho bebido pelo personagem, e a morte devido à morbidez dos contos. Inicialmente a faixa contaria com uma participação para fazer uma citação do livro, porém devido ao pouco tempo, ela foi feita sem essa participação. Existia também projeto para integrar teclado, porém foi descartado por motivos ainda desconhecidos. Talvez uma nova versão da música seja lançada futuramente.
Contato:
http://www.myspace.com/xirthum2
http://www.xirthum.6te.net

NOTURNA MORTE | “Amor Decadente”
Banda/Projeto: A Noturna Morte tem como objetivo passar nas suas músicas snetimentos obscuros, sentidos pelo homem apenas em momentos de tristeza, angústia, raiva, mas de forma que isso possa ser apreciado.
Faixa: Tento passar o sentimento obscuro do amor se tornando algo doentio, de se transformar de algo que seria bom em algo simplesmente doente e fora dos padrões convencionais.
Contato:
emperor_caos@hotmail.com

PARANOID SATELLITE | “Vapor da Imortalidade”
Banda/Projeto: Paranoid Satellite é o ponto de vista de um pensativo indivíduo transmutada em arte introspectiva eletrônica. (Vitória-ES).
Faixa: Do vinho e da fumaça é que vem a inspiração para uma noite na taverna. Sobem no espaço como espirais em frenesi e se dissolvem em meio aos pensamentos antes enclausurados. Os ‘Vapores da Imortalidade’.
Contato:
brunoazalim@gmail.com

COLD EMBRACE OF MYTHICAL INFINITE SEASON | “Tortuoso Caminho Que Se Faz Seguir Por Um Sorriso Pálido”
Banda/Projeto: O Cold Embrace of Mythical Infinite Season teve inicio em 1999, quando comecei a me interessar por música instrumental, comecei a gravar umas músicas em casa mesmo só com violões. Antes de 2001 não possuia nome, mostrei umas músicas que tinha feito para algumas pessoas e elas me falaram que eu poderia lançar esse material, então com isso senti a necessidade de batizar o projeto. Apesar de não possuir uma parte lírica, eu tento passar um sentimento na música, que vão desde momentos tristes, passando por agonias e até felicidade. Integrante: A. Sabbin – Sintetizadores, Guitarras Acústicas, Teclados. Localidade: Natal/RN.
Faixa: A canção é baseada no capitulo IV, onde narra a aventura de Gennaro, que é acolhido na casa do mestre Godofredo Walsh e acaba se apaixonando pela jovem esposa do mesmo. Mas na seqüência se deixa levar pelo ar virginal da filha do velho, a qual sente um amor não correspondido por Gennaro, isso faz com que ela morra aos poucos. Ao ser descoberto pelo mestre, ele o faz confessar seu crime de desonra e traição. Depois de ser atentado de morte pelo velho, Gennaro acha que tudo aquilo tinha acabado, então ele percebe que a tragédia maior tinha acontecido, ao chegar na casa do Godofredo para realizar uma vingança, ele encontra o mestre e sua esposa mortos. A estrutura músical da composição retrata tudo o que se passa nessse capítulo, como se fosse uma trilha sonora para o mesmo, onde o andamento e o clima da música muda conforme o que se passa no texto.
Contato:
http://www.myspace.com/coldembraceofmythicalinfiniteseason
a_sabino_69@hotmail.com

OBIIT | “D. C. S. C. E. O. H. S. C.”
Banda/Projeto: Clóves Cardoso criou o projeto Obiit para representar sua visão da auto-destruição da sociedade ocidental. A palavra “obiit” tem origem latina e é usada em termos como “obiit sine prole” (“morte sem causa”).
Faixa: A música surgiu de uma passagem do conto de Solfieri em que ele, friamente, ignora a razão e a moral para satisfazer seu sórdido desejo carnal.
Contato:
http://www.myspace.com/obiitexperiment
http://www.dead-tree.net
cloves@dead-tree.net

SITE DA COMPILAÇÃO:
http://www.noitenataverna.co.nr/

Entre em contato para obter sua cópia. Item obrigatório para apreciadores da arte esculpida em notas musicais.

One comment

  1. Obrigado pela divulgação e longa vida ao seminal BIOELECTRIC INFORME!

    Abraço pós-humano,

    Edgar Franco



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